Aviões israelitas atacaram uma base militar perto do porto sírio de Latakia. Nem Jerusalém nem Damasco comentaram esta informação, mas fontes do governo dos Estados Unidos disseram, a coberto do anonimato, que o ataque da Força Aérea judaica visava destruir mísseis de fabrico russo destinados ao Hezbollah, o movimento xiita libanês pró-iraniano e aliado de Bashar al-Assad.
Este terá sido o sexto ataque israelita à Síria este ano, mas não existe confirmação oficial. O governo judaico não comenta habitualmente este tipo de operações e a Síria também não fez declarações sobre este caso, apesar de Assad ter prometido, no início do ano, que Damasco retaliaria a qualquer futuro ataque por parte de Israel.
Responsáveis israelitas têm dito repetidamente que haveria uma ação militar se os sírios tentassem transferir armas - químicas ou convencionais - para os grupos militantes da região, particularmente o Hezbollah, inimigo declarado de Israel. Mísseis antiaéreos de fabrico russo
Um responsável norte-americano que declinou ser identificado, por se tratar de uma questão sensível, disse que o ataque israelita teve lugar na noite de quarta para quinta-feira, tendo como objetivo destruir mísseis terra-ar SA-125 de fabrico russo.
A confirmar-se, a notícia surge num momento delicado, em que a Rússia está a colaborar de perto com os Estados Unidos tendo em vista organizar uma conferência de paz para a Síria.
O incidente ocorre no momento em que a Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) deu como concluída a eliminação do material que constava de uma lista oficial fornecida pela Síria. Fábricas de armas químicas destruídas
A OPAQ confirmou ter destruído todos os equipamentos para produzir e misturar os produtos tóxicos e encher os projéteis. Além disso, foram seladas todas as armas químicas que se encontravam nos locais inspecionados.
A declaração da organização diz que a missão conjunta da OPAQ e das Nações Unidas visitou 21 de 23 localidades declaradas e 39 das 41 instalações que se encontravam nesses locais.
Por causa da guerra civil, as duas localidades restantes foram declaradas demasiado perigosas para serem visitadas pelos inspetores internacionais, mas o governo de Damasco declarou que esses locais tinham sido abandonados e os equipamentos transferidos para outros locais que constam a lista dos que foram inspecionados.
O processo ficou concluído um dia antes do que estava previsto no calendário de eliminação de armamento, o que levou a Organização para a Proibição de Armas Químicas a declarar que a Síria respeitou um dos principais prazos-limite definidos no acordo com os Estados Unidos e a Rússia.
Responsáveis israelitas têm dito repetidamente que haveria uma ação militar se os sírios tentassem transferir armas - químicas ou convencionais - para os grupos militantes da região, particularmente o Hezbollah, inimigo declarado de Israel. Mísseis antiaéreos de fabrico russo
Um responsável norte-americano que declinou ser identificado, por se tratar de uma questão sensível, disse que o ataque israelita teve lugar na noite de quarta para quinta-feira, tendo como objetivo destruir mísseis terra-ar SA-125 de fabrico russo.
A confirmar-se, a notícia surge num momento delicado, em que a Rússia está a colaborar de perto com os Estados Unidos tendo em vista organizar uma conferência de paz para a Síria.
O incidente ocorre no momento em que a Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) deu como concluída a eliminação do material que constava de uma lista oficial fornecida pela Síria. Fábricas de armas químicas destruídas
A OPAQ confirmou ter destruído todos os equipamentos para produzir e misturar os produtos tóxicos e encher os projéteis. Além disso, foram seladas todas as armas químicas que se encontravam nos locais inspecionados.
A declaração da organização diz que a missão conjunta da OPAQ e das Nações Unidas visitou 21 de 23 localidades declaradas e 39 das 41 instalações que se encontravam nesses locais.
Por causa da guerra civil, as duas localidades restantes foram declaradas demasiado perigosas para serem visitadas pelos inspetores internacionais, mas o governo de Damasco declarou que esses locais tinham sido abandonados e os equipamentos transferidos para outros locais que constam a lista dos que foram inspecionados.
O processo ficou concluído um dia antes do que estava previsto no calendário de eliminação de armamento, o que levou a Organização para a Proibição de Armas Químicas a declarar que a Síria respeitou um dos principais prazos-limite definidos no acordo com os Estados Unidos e a Rússia.
TAGS: Bashar Al-Assad , Hezbollah, Israel, ataque aérao, mísseis SA-125, Síria,
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