Saturday, October 26, 2013

Enem 2013 Resumo até agora sobre a prova pelo Brasil Jornal O ESTADO

  • 14h09
    MANAUS - Em Manaus, 173.746 estudantes farão o Enem em um dos 289 locais de prova. Para que os alunos tivessem acessos às escolas a Superintendência Municipal de Transporte Coletivo (SMTU) disponibilizou excepcionalmente para circular neste final de semana 70% da frota de ônibus, um total de 1.050 unidades. Devido ao horário de verão, na capital amazonense, os portões foram fechados às 11h.
  • 14h07
    SALVADOR – Ana Paula Barreto, de 42 anos, e a filha Emanuelle da Paixão, de 20 anos, fariam o Enem juntas, na tarde de hoje (sábado), em Salvador. A mãe em busca de uma faculdade de Marketing, a filha interessada em Design. Por garantia, chegaram ao local da prova com duas horas de antecedência – a instituição fica a cerca de 20 quilômetros da casa delas. 



    “Quando o portão abriu, a gente foi procurar a sala da minha mãe e, quando achamos, notei que não tinha trazido minha carteira, onde estão meus documentos”, conta Emanuelle. “Ainda liguei para uma prima, que tem carro, pedindo para ela trazer, mas não houve tempo, o trânsito está complicado.”



    Sem conseguir fazer seu primeiro Enem, a estudante optou por esperar a mãe na porta da instituição. “Só não entendo porque colocam a gente para fazer a prova tão longe”, reclama Emanuelle. “Tem um monte de escolas perto de onde a gente mora, eu poderia ter voltado para pegar meu RG a pé, se fosse preciso. Agora, só ano que vem.”
  • 14h04
    SOROCABA – Três candidatos perderam a primeira prova do Enem em Sorocaba porque não conseguiram dispensa no trabalho e acabaram atrasando. “Meu patrão não me liberou, saí em cima da hora e ainda tive de pegar o ônibus”, justificou Jéssica Aparecida de Oliveira, moradora do Jardim Novo Mundo, em Sorocaba. Ela pretendia concorrer a uma vaga em engenharia de produção e prestaria a prova na região central da cidade. “Fecharam o portão na minha cara, não quiseram nem ouvir o quanto é difícil para a gente que trabalha”, desabafou.







    João Paulo dos Santos Pereira, outro barrado, disse que teve de levar uma mudança até Araçoiaba da Serra, cidade vizinha, antes de correr para o Enem. Não deu tempo. “O portão ainda estava aberto, poderiam ter deixado”, protestou. Joselaine da Silva, moradora de Araçoiaba da Serra, saiu do trabalho e foi direto para o Enem, mas pegou muito trânsito. “Está tudo parado, não deveriam marcar provas no centro.”







    Juliana Fernandes, de 17 anos, foi barrada porque estava apenas com a cópia da cédula de identidade. Quem teve de correr foi sua mãe, a advogada Maria Paula Besse, que já seguia para casa. “Voltei à toda e, pela primeira vez, parei o carro numa vaga de idoso. Se for multada, eu mereço, mas será por uma boa causa.” A filha quer fazer Direito na USP.
  • 14h03
    RIO - Depois de virar a noite estudando, Dominique Mantuano, de 19 anos, perdeu a hora para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A estudante chegou atrasada à Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), um dos locais do teste no Rio de Janeiro.  Dominique contou que ficou até às 7h deste sábado acordada estudando.

    Ao dormir, programou o celular para despertá-la às 11h, mas não ouviu o aparelho tocar e só acordou ao meio-dia. Moradora do Méier, na Zona Norte do Rio, ela foi de ônibus até a UERJ, mas chegou lá segundos após o fechamento dos portões, às 13h.

    "Como trabalho durante o dia, só podia estudar à noite. Por isso fiquei acordada durante a madrugada", contou a estudante, que pretendia cursar a faculdade de letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Dominique já havia feito o exame no ano passado, mas desistiu do curso de pedagogia . 
  • 13h57
    Momentos depois das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) serem aplicadas, vários estudantes divulgaram imagens dos cadernos nas redes sociais. Uma jovem postou uma foto do cartão-resposta do teste em sua conta na rede Instagram assim que os portões das instituições foram fechados. “Boa sorte pra mim e para quem vai fazer #enem#sorte”, escreveu a garota na legenda da imagem. 



    Em menos de uma hora, a foto recebeu mais de 3 mil opções 'curtir' e 20 comentários de jovens que criticaram a iniciativa. Segundo o edital do exame, a divulgação de imagens do gabarito durante a aplicação dos testes é proibida e as redes sociais serão monitorados MEC. 
  • 13h54
    SÃO PAULO - Magda Silva, de 24 anos, trouxe o namorado, David Silva, de 25, para dividir a ansiedade antes do Enem. Com o objetivo de conseguir o certificado de conclusão do Ensino Médio, a candidata enfrenta o exame pela primeira vez. “Na verdade, tive pouco tempo para estudar, por causa do trabalho”, lamenta Magda, que é operária em uma fábrica. Para ela, matemática, espanhol e questões que envolvam atualidades, são os principais desafios. “O ritmo é diferente para quem já saiu há muito tempo da escola”, afirma ela, que voltou a estudar depois de sete anos. Se conseguir o diploma de Ensino Médio, Magda garante que fará a prova de novo em 2014. “Na próxima vez,  quero usar o Enem para entrar no curso de educação física”. A companhia de David também está garantida para a próxima edição do Enem. “Quero fazer a prova em 2014 para entrar na faculdade. Provavelmente educação física, assim eu começo junto com a Magda”, conta David.


  • 13h52
    CURITIBA – Mariana Amorim, 19 anos, vai tentar pela terceira vez consecutiva conseguir por meio das provas do Enem, uma vaga no curso de Engenharia na Universidade Técnica Federal do Paraná (UTFPR), em Curitiba (PR). Antes de começar as provas neste sábado (26), no Colégio Estadual, que envolvem questões de Ciências da natureza e humana ela terá que esperar até as 19 horas. Por questões religiosas ela iniciará suas provas no início da noite, “por guardar o sábado”, mas para ela o problema está na questão psicológica. “É necessário ficar na sala, esperar o período inteiro, até disseram que mudariam isso, mas continua a mesma coisa”, lamentou.



    Mariana integra o grupo de 354.002 estudantes que realizam a prova do Enem no estado neste final de semana.  Segundo o Ministério da Educação (MEC) é um índice 26% superior em relação aos inscritos no ano passado. Na capital, são 64 locais de provas.
  • 13h50
    PORTO ALEGRE - No Instituto de Educação Flores da Cunha, em Porto Alegre, dez candidatos chegaram depois das 13h e tiveram que ficar de fora do Enem. A principal justificativa foi o trânsito.  





    “Um cabo de luz caiu e o trânsito estava trancado pela EPTC [Empresa Pública de Transporte e Circulação]. Liberaram agora há pouco”, se queixava a cabeleireira Simone Amorim da Silva, 38.





    A candidata que sonha em fazer direito conta que ficou presa, dentro do ônibus, na avenida Protásio Aves, no bairro Petrópolis. “Me preparei. Fiz curso. Esse seria meu segundo Enem. Mas vou esperar o próximo. Não tem outra alternativa.”





    Semelhante ocorreu com Samuel Cristóvão, 34. Depois de deixar a mulher em um colégio, na zona norte, para fazer a prova, o funcionário público rumou até a região central da cidade. “Peguei tranqueira e não consegui chegar”,comenta o candidato que pretende cursar análise de sistemas.





    Além do rompimento de um cabo de energia na avenida Protásio Alves, um carro estragado na avenida Ipiranga também trouxe transtorno para quem se dirigia aos locais de prova. 
  • 13h48
    SÃO PAULO - Pelo menos outros cinco inscritos também chegaram atrasados na Uniban Vila Maria. “Um minuto não é nada”, reclamou a estudante Letícia Lopes de 20 anos. Ela e outras duas colegas estavam no mesmo ônibus, que saia do terminal Santana e passava pelo local. “Saí de casa 11h30 correndo, mas não deu tempo.”
  • 13h44
    SÃO PAULO - Fechamento do portões na Uniban Vila Maria, na zona norte da capital paulista neste sabado (26). O estudante Lucas de Moura de 17 anos, pôde ver o portão sendo fechado, mas não conseguiu entrar. Ele havia chegado no local com antecedência de mais de uma hora, mas trazia apenas uma cópia do RG. Seu pai, Antônio, o ajudou a buscar o original, mas ainda assim ele não conseguiu entrar a tempo. “O pior é que estava aqui antes. Agora, só no ano que vem”, diz ele que pretendia usar a nota do Enem para cursar arquitetura.
  • 13h41
    SÃO PAULO - Já a auxiliar de administração, Ananda Oliveira, de 18 anos, chorava em frente à Uninove, minutos após o fechamento do portão. Ela estuda Engenharia Civil na Unip e ia tentar fazer o Enem para entrar no mesmo curso, na Universidade Federal de São Carlos (Ufscar). "Fiz o Enem outros anos, mas não consegui pontuação para Ufscar. Hoje vim com esse objetivo, mas o trânsito estava parado e cheguei às 13h02", afirma.







    Ela estava acompanhada do pai, Irmar Rodrigues de Oliveira, de 54 anos, que trabalha com construção civil e também ia prestar o Enem para tentar ingressar em um curso de Engenharia. "Viemos de Parada de Taipas e pegamos muito trânsito na Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, que está em obra. Saímos mais cedo do que no ano passado, mas não conseguimos chegar", lembra. A estudante estava desolada. Ela diz que o sonho de entrar na Ufscar - que nutre desde quando tinha 11 anos - foi adiado. "Agora terei que ficar mais um ano estudando", lamenta.
  • 13h36
    SÃO PAULO - Uma das mais revoltadas com o fechamento dos portões da Uninove Barra Funda, zona oeste, era a assistente de Back Office Elisabeth Santos Oliveira, de 34 anos. Ela veio da Freguesia do Ó e enfrentou trânsito até chegar ao local de prova. Ela pedia tolerância para o atraso e ficou durante minutos batendo no portão e insistindo para que a deixassem entrar. A assistente de recrutamento e seleção Evelyn Reis, de 18 anos, moradora do Jaraguá, foi outra que perdeu o prazo. Ela explica que o atraso foi causado por conta da demora no trem da Linha 7 (Rubi), da CPTM. "Me atrasei porque o trem ficou parado quase 30 minutos, na Estação Piqueri, e não houve explicação para isso", afirma. Ela estuda Administração nas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e ia fazer o Enem para conseguir desconto no mesmo local. "Agora vou continuar pagando e tentar de novo no ano que vem."
  • 13h27
    SÃO PAULO - Minutos antes de fechar os portões, os pais que estavam na entrada da Uninove da Barra Funda, zona oeste, gritavam, incentivando os últimos a entrar. Dezenas de estudantes corriam para tentar pegar os portões abertos. Após passar o portão, os seguranças da prova orientavam os candidatos de que não precisavam mais ter pressa.



    A pedagoga Rosana Ramos, de 48 anos, levou a filha Bárbara Ramos, de 17 anos, que vai tentar ingressar em Veterinária, na USP. Elas saíram de Pirituba de carro e encontraram a ponte da Pacaembu parada. Rosana decidiu deixar o carro e vir correndo com a filha até a Uninove. Elas chegaram a tempo. "Desliga o celular, boa sorte!", gritava Rosana do portão, enquanto a filha entrava, 12h55.



    Já Evelyn Lima, de 18 anos, estudante do 3º ano, não teve a mesma sorte. Também veio de Pirituba, mas de ônibus. Ela veio correndo do ponto de ônibus até o local de prova. "Saí 12h15 de casa e nunca tinha vindo até aqui. Mas peguei muito trânsito no caminho." Ela ia tentar entrar no curso de Enfermagem: "Agora vai ficar para o ano que vem". Uma das mais revoltadas com o fechamento do portão era a assistente de Back Office Elisabeth Santos Oliveira, de 34 anos. Ela veio da Freguesia do Ó e enfrentou trânsito até chegar ao local de prova. Ela pedia tolerância para o atraso e ficou durante minutos batendo no portão e insistindo para que a deixassem entrar.
  • 13h25
    FORTALEZA - A aluna Camila Silva, de 16 anos, faz o Enem como treineira no Colégio Christus Benfica em Fortaleza. Ela chegou com uma hora e meia de antecedência, acompanhada da mãe, a costureira Maria Liduína. Camila quer cursar psicologia numa universidade federal.



    "Ela é muito estudiosa e estou torcendo por sua aprovação", disse sua mãe Liduína que aguarda pela filha no portão de entrada até o término da prova. No Colégio Christus Benfica ninguém foi barrado devido a atraso para o início das provas de hoje, mas pelo menos trinta candidatos chegaram em cima da hora, não perdendo a oportunidade, porém, de comprar "a água da sabedoria", como pregava um vendedor ambulante de água mineral. O produto era vendido a garrafinha de meio litro a dois reais. Este ambulante vendeu, entre onze horas e meio-dia, cinquenta garrafinhas.



    No Ceará, 495 mil candidatos se inscreveram para o Enem 2013. A previsão dos organizadores é uma abstenção de até 10%. 


  • 13h24
    SÃO PAULO - A estudante Thainá Cristina Ramos, de 17 anos, estava a poucos metros da UNIP Paraíso, quando os portões se fecharam, pouco depois das 13 horas. “Além de sair atrasada, peguei um trânsito horrível”, conta a adolescente, decepcionada, que foi barrada na entrada do prédio. De acordo com ela, que é aluna de terceiro ano de escola pública, a tristeza só não é maior porque seu interesse é tentar o curso de engenharia mecânica na USP, no vestibular de 2014. “Ia fazer o Enem como treino”, diz Thainá, que pretende vir ao segundo dia de exame, neste domingo. “Amanhã sairei mais cedo.”
  • 13h20
    SÃO PAULO - Na Unip Pinheiros, na zona oeste, os portões fecharam às 12h59. Apenas duas pessoas chegaram atrasadas. Uma delas foi Marina Nelli, de 17 anos. Ela diz que mora na Rua Teodoro Sampaio e saiu de casa até 15 minutos antes da prova, porque achava que os portões abririam às 13 horas. "Eu estou mais brava que chateada porque eu paguei e queria fazer, mas o Enem nem sequer serve para mim porque vou fazer curso de Cinema pelo mundo."
  • 13h18
    CAMPINAS -  Lucas Rodrigues, de 17 anos, não pôde fazer a prova: esqueceu o RG. Ele disse que não costuma andar sem o documento, mas que hoje esqueceu. "Acho que deveriam dar mais opções, como biometria", disse. O colega Marcos Junior, de 18 anos, também esqueceu o RG, mas disse que amanhã compensará na prova de redacão, matemática e português. "Vou passar a tarde treinando", disse rindo.




  • 13h14
    RIO BRANCO - Uma das escolas mais movimentadas de Rio Branco, o Colégio Estadual Barão de Rio Branco, não teve nenhum retardatário. Uma das coordenadoras da escola disse que "faltou muito aluno", mas não tem números precisos. 


  • 13h12
    PORTO VELHO - Cerca de duas horas antes da abertura dos portões a maioria dos candidatos já estavam esperando nas entradas dos locais de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em Porto Velho. O estudante Roni Alan Souza, 18 anos, se programou com antecedência, pesquisando horários e local de prova. "Com a chegada do horário de verão a gente tem que ficar atento para não perder a entrada" explicou.



    Prestando o Enem pela primeira vez Roni se sente preparado para tirar uma boa nota e se classificar em uma faculdade. "Terminei o ensino médio ano passado, mas já estou fazendo cursinho pré-vestibular a seis meses, todo o meu tempo é dedicado aos estudos. Estou bastante confiante, acredito que vá conseguir pelo menos uns 650 pontos", disse.



    Se conseguir classificação Souza ainda terá que escolher entre Engenharia Civil ou Turismo. "Fiz testes vocacionais, pesquisei bastante e são as duas áreas que mais me interessam. Se conseguir alcançar uma boa nota, vou ter que decidir qual área seguir. Pretendo cursar aqui mesmo no estado e ficar perto da família", relatou Roni.
  • 13h11
    FLORIANÓPOLIS -  Em Florianópolis as provas do Enem foram concentradas no câmpus da UFSC. Para os estudantes, a maior dificuldade foi encontrar o Espaço Físico Integrado, construção recente que não estava nos mapas disponíveis no campus. Mesmo alguns funcionários da universidade, como a servidora Maria Barcelos, não sabiam onde ficava o edifício.



    Entre aqueles que procuravam o local para as provas estava João Coelho, de 17 anos, aluno do 3º ano que vai fazer o Enem pela segunda vez e pretende cursar Engenharia de Produção Civil. "Quando fiz ano passado foi em outro centro". 

    Já o universitário José Arcanjo, de 29 anos, está no nono período de Engenharia Mecânica, na UFSC, e vai fazer o Enem para tentar o Ciências sem Fronteiras. "Eu nem estudei muito. Vou fazer pra tirar a pontuação mínima de 600. Até fui pra balada ontem".



    As provas estão sendo realizadas em 19 salas da UFSC.
  • 13h06
    SÃO PAULO - O estudante Leonardo Fagundes, de 16 anos, faz hoje seu primeiro Enem como treineiro. Aluno do segundo ano da escola estadual Rui Bloem, ele já faz até cursinho para estar bem preparado para o vestibular no ano que vem. Na porta do Campus Vila Mariana da FMU, ele aguardava com ansiedade e com o passaporte em mãos, o início da prova. “Descobri ontem que perdi meu RG. Por sorte tinha tirado um passaporte”, disse pouco antes de entrar no local de prova.



    Na porta do campus Vila Mariana da FMU, a estudante Letícia de Souza, de 19 anos, aproveitava o tempo anterior à prova para estudar. A aluna já está de olho na prova de redação de domingo. “Como cheguei mais cedo, resolvi usar o tempo para rever regras de concordância verbal e usar amanhã na redação”, disse. Ela pretende usar o Enem para tentar uma vaga no curso de direito em uma das universidades federais que aceitam a prova como vestibular.
  • 13h05
    SÃO PAULO - Outra que chegava para fazer a prova na Uninove Barra Funda Funda era a cuidadora de idosos Roseane Alves, que vai tentar uma bolsa para ingressar no curso de Enfermagem, nas Faculdades Anhanguera e Uninove. "Estudei mais ou menos. Trabalhando não dá tanto tempo, mas quero tentar conseguir entrar." Ainda na frente da universidade, um grupo de seis estudantes do bairro de Piriturba, na região Oeste, aguardava para fazer a prova. Reunidos, eles mandaram uma mensagem conjunta de boa sorte pelo celular para a colega Carolina Mendes, que vai fazer a prova em Osasco.



    Os colegas Bianca Gregório, Caíque Mendes, Júlia Burin, Carolina Barbosa e César Leal, todos de 17 anos, além de Gabriel Sibinelli, de 18 anos, eram acompanhados pela professora de redação do Colégio Canello Marques, Angêla Maioli. "Vim dar uma força para eles. A intenção é pegar as questões e já levar para resolver em sala de aula, na segunda-feira." Os seis amigos pretendem usar a nota do Enem para tentar ingressar em uma universidade.
  • 13h03
    CAMPINAS - Com o cartão de confirmação de inscrição do Enem e o RG na mão, os estudantes de Campinas têm expectativa de que esse ano a prova fosse mais séria. "Mudou muito. Parece que será melhor elaborada, não podemos usar lápis, só caneta preta com tubo transparente, por exemplo", disse o estudante Lucas Faria, de 24 anos. Ele presta sua segunda prova - a primeira foi em 2007 - para fazer outra faculdade, dessa vez de oceanografia.



    Já a estudante Leticia Porto, de 18 anos, presta seu 1º Enem, e diz estar tranquila e que espera não ter problemas com a execução da prova. "Estudei quatro hora por dia, além da escola. Me sinto preparada". Ela quer fazer faculdade de Arquitetura e Urbanismo na Unicamp. Os amigos Gustavo de Souza, 24 anos, e Jonny Robson, 21, farão a prova com uma ajuda extra: vestidos com a camisa e shorts do Palmeiras. E não é só pela sorte. Hoje o time joga às 16h20, contra o São Caetano, no estádio do Pacaembu, em São Paulo. "Esqueci que tinha Enem. Ia assistir no estádio. Depois da prova vou direto pra um bar ver o jogo", contou Robson.



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